Duas notas positivas no campo cultural: a atribuição de prémios no âmbito do Prémio Nacional de Cultura e Artes foi, desta vez, bastante mais consensual, corrigindo injustiças antigas, esquecimentos inexplicáveis.
Segunda: não se realizou (pelo menos ainda) o encontro para a construção de uma história oficial da literatura angolana. Que não faz nenhum sentido. Os historiadores da literatura, particularmente no âmbito das universidades, se cumprirem o seu papel tornam desnecssária uma iniciativa inusitada, dispendiosa e inconsequente.
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