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A mostrar mensagens de abril, 2013

Tomás Ribeiro em Angola ... e as nymphas de Loanda

Penso que ia para a Índia, onde foi secretário-geral do governo colonial. Sei que passou por Luanda o poeta ultrarromântico Tomás Ribeiro, ali num dos meses de 1890, talvez em Junho ou Julho (nascera a 1 de Julho, por coincidência). Tomás Ribeiro foi, como se sabe, o autor do D. Jayme . António Feliciano de Castilho fez-lhe um prefácio escandaloso ao livro. O velho malabarista, no seu papel de padrinho eterno do ultrarromantismo lusitano, comparou D. Jayme  aos Lusíadas  e concluiu que... o livro de Tomás Ribeiro era muito melhor! Antero de Quental e seus amigos acharam então que era altura de dar a machadada final na troupe , fortemente ligada aos interesses coloniais de Lisboa, recheada com ministros, altos funcionários, altos quadros do Exército e da Marinha, incluindo o próprio Tomás Ribeiro. Político ativo do Partido Regenerador, ele foi, para além de poeta e jornalista, Ministro da Marinha e das Obras Públicas. Dirigiu a Secção de Letras da Academia das Ciências. Era ...