"Fora dos corredores e dos claustros do mundo académico, a maior parte das pessoas ficaria absolutamente surpreendida com a ideia de que a intenção do artista pudesse ser controversa" (Denis Dutton – Arte e instinto . Lisboa: Círculo de leitores, 2010. p. 280). Se o que há a dizer, seja sobre o que for, estivesse na posse da "maior parte das pessoas" como na democracia, realmente o mundo académico não fazia falta nenhuma. Mas, nesse mundo, os "corredores" e os "claustros" são precisamente o que há de mais parecido com "a maioria das pessoas"…
Ensaios de estranheza, pesquisa e reflexão.