Deve-se considerar "a claridade não na palavra, mas no pensamento em que a palavra se origina". Um pensamento íntimo, ou melhor, para a interioridade do qual se reflui a partir da palavra. É das mais fundas e belas justificações de leitura interpretativa, hermenêutica.
Para ele os livros dão "sinais de um pensamento", não nos dão "um pensamento mesmo". Por tal motivo é preciso buscar atrás do textos, ou tentar acompanhar com o texto, esse pensamento.
Esta orientação de leitura parece-me caraterizar os melhores críticos da Filosofia Portuguesa, com António Quadros à cabeça.
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