Avançar para o conteúdo principal

Mensagens

Literatura e artes

Já repararam que há uma linguagem gráfica, de imagens visuais, que reaparece nos mais díspares lugares do mundo? Porquê? Bom, porque somos humanos. Vejam:

António Jacinto - Estética e dualidade

A poesia de António Jacinto, ultimamente, sofreu renovado interesse nos meios académicos, sendo sinal disso os Colóquios organizados em novembro de 2024 na Faculdade de Letras da Universidade do Porto (sobre António Jacinto e Uanhenga Xitu, organizado pelo CITCEM) e, a 4 de abril de 2025, na Biblioteca Nacional de Portugal, acompanhando o lançamento da Obra reunida  por Zetho Cunha Gonçalves.  Gravei a apresentação que preparei para esse último Colóquio, na qual proponho uma leitura da lírica do poeta do Golungo (embora nascido em Luanda) focada nas suas preocupações estéticas e nas dualidades de que se alimenta em tensos, oscilantes e criativos equilíbrios provisórios: https://www.youtube.com/watch?v=DK6VSICV7u0&t=72s

O ritmo e a poesia de Viriato da Cruz

Poesia e ritmo nos poemas de 1961   Resumo O presente ensaio centra-se na poesia lírica em verso escrita por Viriato da Cruz (25.3.1928-13.6.1973) e publicada pela Casa dos Estudantes do Império, em Lisboa, em 1961, sob o título “ poemas ”. Nessa obra estudaremos as relações entre o ritmo sonoro e a postura militante do autor, um dos principais dirigentes e pensadores da luta pela independência e por uma revolução socialista em Angola e o seu mais acabado poeta.   Summary This essay focuses on the lyrical poetry in verse written by Viriato da Cruz (25.3.1928-13.6.1973) and published by the Casa dos Estudantes do Império in Lisbon in 1961 under the title "poemas" (poems). In this work, we will study the relationship between the sonorous rhythm and the militant stance of the author, one of the main leaders and thinkers in the struggle for independence and the socialist revolution in Angola and its most complete poet.     1.      Uma...